sábado, 28 de janeiro de 2012

Rob Fleming

"As pessoas se preocupam com o fato das crianças brincarem com armas e dos adolescentes assistirem a vídeos violentos; temos medo de que assimilem um certo tipo de culto à violência. Ninguém se preocupa com o fato das crianças ouvirem milhares – literalmente milhares – de canções sobre amores perdidos e rejeição e dor e infelicidade e perda. As pessoas afetivamente mais infelizes que eu conheço são as que mais gostam de música pop; e não sei se foi a música pop que causou tal infelicidade, mas sei que elas vêm ouvindo canções tristes há mais tempo do que vêm vivendo suas vidas infelizes."


Nick Nornby, Alta Fidelidade

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Uma sombra, uma ficção

Segue a segunda parte da reportagem.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Um frenesi, uma ilusão

Ano novo, peça nova. Turma nova. Muito trabalho pela frente. Apenas dois meses para a estréia. Os detalhes dessa nova produção você encontra no blog da Secretaria da Cultura de Limeira, em ótimo texto de Ronald Gonçales. Ou na matéria abaixo, assinada por Ana Paula Sequinato.

Alguém aí tem uma aspirina?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que não coube

Férias do Núcleo. Um ano difícil. De trabalho e poucas horas de sono. Um ano em que nos perdemos no nosso pequeno mato e esquecemos o mundo lá fora. Olhando pra dentro. Um ano de expectativas não correspondidas. Sonhos maiores que a barriga. Perdemos bons soldados. Ganhamos outros. Um ano de desabafos, debates, avessos. Crises. Conquistas. E boas lembranças. Passo a passo, meus atores crescem. Amadurecem. E nem sempre percebem isso. E agora, depois da tempestade, férias. Será um mês de saudade. Um mês de silêncio. De desertos. A minha cabeça agradece.

Um ano que valeu pelo muito que não coube.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Entrevista

Olá. Abaixo segue entrevista que concedi ao site Sou Repórter, do curso de Jornalismo da Unimep. Para quem quiser conferir na íntegra, basta clicar aqui. Abraço enorme ao amigo e repórter Renato Evangelista!

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SOU REPÓRTER: Como surgiu a idéia de trabalhar teatro com crianças de uma forma atípica, ou seja, com peças geralmente encenadas por adultos?

DANIEL: Foi um acidente. Minha formação não é em pedagogia, mas em artes cênicas e em literatura. Nunca havia trabalhado com crianças antes. Cheguei em Iracemápolis em 2007, chamado para desenvolver um trabalho teatral com crianças de 7 a 14 anos. No meio do percurso, percebi que a capacidade e a força de vontade dos pequenos iam muito além da superficialidade que normalmente se espera deles. Minha bandeira dentro do Núcleo é exatamente essa: provar que crianças e adolescentes estão (ou podem estar) perfeitamente aptos à mesma profundidade, na forma e no conteúdo, que o chamado “teatro profissional adulto”. Criança não é café com leite. Chega de teatrinho mal feito, ensaiado porcamente em duas semanas! Chega do tom professoral, obcecado de forma doentia por uma mensagem quadrada, mastigada, politicamente correta. Chega da chatice das boas intenções, de atores despreparados, perdidos em cena, que falam como se fossem bobos. Ninguém aguenta mais isso. As crianças estão prontas para um nível de exigência e elaboração infinitamente maior. Só precisam de alguém para ativar esse botão.

SOU REPÓRTER: Algumas peças já produzidas pelo grupo, como Macbeth e A Hora e Vez de Augusto Matraga, abordam temas delicados como a traição e a violência. De que forma tais temas são abordados perante as crianças do projeto?

DANIEL: Bertold Brecht costumava dizer que não existem temas adultos ou infantis. Qualquer tema trabalhado com um adulto pode, em última análise, ser tratado com crianças também. O que muda é a linguagem. A forma como você faz determinado assunto chegar até elas. Não se pode perder de vista que crianças e adolescentes estão numa fase de descoberta (conhecimento do mundo) muito mais intensa do que a nossa. Esses temas merecem, portanto, um manejo cuidadoso, mas isso não significa que devemos omiti-los. Não acredito muito em censura. Esconder algo de uma criança, sob o pretexto de poupá-la da dura realidade, é o caminho mais fácil. No futuro, ela vai se deparar fatalmente com aquilo que lhe foi omitido, mas estará longe da sua tutela, da sua educação e orientação. Estará por conta própria. Eu vejo muito isso hoje em dia: crianças enchendo os pais de perguntas e tudo o que recebem de volta é um “porque sim” ou então “pergunta pra sua mãe”. Aí eu penso: um dia essa criança vai deixar de perguntar aos pais e agir da forma como bem entender. Nesse sentido, penso que o teatro é um ambiente adequado (não tão adequado quanto o próprio lar) para se discutir esses temas. Mas esse é o caminho mais difícil. E geralmente ninguém está muito disposto a responder às perguntas dos jovens.

SOU REPÓRTER: Muitas crianças que fazem parte do grupo têm origem humilde e estão distantes do universo de Shakespeare e Guimarães Rosa, entre outros autores utilizados para realização das peças. Você acredita que esses meninos e meninas têm pleno entendimento daquilo que estão encenando? Suas peças influenciam na formação de vida dos seus alunos?

DANIEL: Não creio que essa distância em relação a autores eruditos dependa unicamente da classe social. Alunos da classe média alta também desconhecem esses autores e suas obras (ou então têm um contato acadêmico muito superficial em relação a eles). Um conhecimento mais profundo e visceral da literatura, hoje, é raro entre os jovens. Acho que o teatro pode ser um mecanismo eficiente nesse ponto. Uma alternativa, um diferencial para despertar o interesse de crianças e adolescentes. Uma maneira de transportá-los para o universo de Machado de Assis, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, entre tantos outros, com dinamismo, fluência e prazer. Com relação ao entendimento e assimilação dos autores, estou convencido de que isso é um investimento a longo prazo. Dizer que eles atingem todas as camadas de Guimarães Rosa seria um exagero (nem doutores acadêmicos conseguem atingi-las), mas sei que a semente que está sendo deixada ali irá despertar algo no futuro, algo que ultrapassa o nível da intelecção e atinge um terreno mais emotivo, poético, humano. O investimento que estamos fazendo aqui é para a formação humana do indivíduo. Sou suspeito para falar, mas acho que toda a sala de aula, hoje, deveria ter um professor de teatro.

SOU REPÓRTER: Todas as peças até aqui produzidas tiveram uma trilha sonora marcante. Uma salada de décadas efervescentes da música. Existe um método para colocar as músicas nas cenas ou é pura inspiração?

DANIEL: O teatro, na verdade, é um pretexto ótimo para você conectar o aluno à diversas referências. Apresentar a ele um universo novo. Mostrar que o seu campo de visão é mais limitado do que imagina. A música faz parte disso. E devo confessar que a seleção da trilha é normalmente uma de minhas partes preferidas na composição de um espetáculo. Gosto de fechar a trilha num determinado estilo ou época, embora isso não seja necessariamente uma regra. Já trabalhamos com Chorinho, Rock Psicodélico, Música Clássica, Eletrônica, Jovem Guarda, Bossa Nova, Música de Raiz, Jazz e Indie Rock. A música tem um papel muito importante no nosso processo criativo. Ela está diretamente ligada à composição das cenas, à sincronia dos movimentos, à temática proposta. Não sei dizer até que ponto é método ou inspiração, mas a verdade é que não consigo esboçar um espetáculo em minha mente antes de esboçar a trilha. Cada diretor é de um jeito. Eu sou assim.

SOU REPÓRTER: Geralmente, as crianças não conhecem tais músicas por serem de décadas anteriores as suas gerações. Como elas se comportam diante dessas novidades?

DANIEL: Se fosse a música por si só, creio que não seria tão impactante. Não despertaria interesse. Mas o fato de que determinada música faz parte da trilha do espetáculo que eles estão preparando é algo totalmente diferente. O aluno passa a ter um contato mais íntimo com o som. Eles cantam as músicas. Aprendem a gostar delas. É comum batizarmos algumas cenas com o nome da música ou cantor: “Agora vamos passar a cena do Foo Fighters” ou então “Hoje vamos começar da parte da Billie Holiday, tudo bem?”. Isso dá um tom de intimidade. Por isso o nome do grupo é Núcleo de Vivência Teatral. O que fazemos aqui é exatamente isso. Usamos o teatro para criar diferentes formas de vivência artística, seja na música, na pintura, na literatura, no cinema e por aí vai. Usamos o teatro para intersectar diversas manifestações artísticas. É um projeto ambicioso. Mas o importante é começar.

SOU REPÓRTER: Quais são os próximos projetos do grupo?

DANIEL: Estamos preparando atualmente nosso segundo Shakespeare, mas dessa vez é uma comédia: A Megera Domada. Deve estrear em maio. Além disso temos duas peças em repertório (A Feiticeira, de Anton Tchekhov, e Chapeuzinho Vermelho, dramaturgia nossa). Recentemente comecei a desenvolver um novo projeto com adolescentes em Limeira. Um novo grupo, mas com a mesma metodologia (ou inspiração). Novas surpresas vão aparecer em breve.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Fracasse Melhor

O que era pra ser uma entrevista acabou se tornando um interrogatório. E quando me dei conta, estava respondendo às perguntas não só de uma, mas de quatro meninas curiosas que também costumam ser minhas atrizes nas horas vagas. Não estávamos apenas matando os cupins. Estávamos matando o tempo. E juntos – o que é mais importante.


E daí veio a pergunta inevitável. "Por que sempre finais tristes?". Já tinham feito a mesma pergunta antes e eu não soube o que responder. Serei um obcecado pela infelicidade das personagens? ... Seria muito mais fácil botar a culpa nos autores ("se o texto termina assim, a culpa não é minha, mas do escritor, oras!"), mas não é justo. Afinal, quem escolheu cada um dos textos fui eu. Por que então? Pra deixar as pessoas ainda mais pra baixo? Crueldade minha?


Fiquei criando mil desculpas na minha cabeça até que, finalmente, depois que as quatro já tinham ido embora, caiu a minha ficha. Mirando o quadro que ganhei dos amigos Biajoni e Karen, veio uma luz: "Tente de novo. Fracasse de novo. Fracasse melhor." A tristeza não é necessariamente ruim. De modo algum. Pode até ser boa. E minha cabeça louca passou por Samuel Beckett e terminou em Rubem Alves. Assim, para responder àquela difícil questão, decidi postar aqui algumas palavras do cronista.


Melhor do que eu, Rubem Alves talvez possa responder à pergunta daquelas quatro atrizes curiosas. "Por que finais tristes?"


...


CANTIGA TRISTE

Por Rubem Alves


Eu compreendo a preocupação dos meus amigos. Houve mesmo uma amiga querida que, de tão preocupada, trouxe-me uma maravilhosa garrafa de Jack Daniels, elixir dos deuses dionisíacos, na certeza de que os poderes daquele líquido me trariam de volta uma alegria que parecia perdida. Pois é, era isso que eles estavam pensando, os meus amigos: que a alegria me havia abandonado.

[...] Se tivessem prestado atenção, teriam ficado um pouco mais sábios e compreendido que a alma vai bem não é quando tudo está bem:À saudação costumeira – "Então, tudo bem, tudo tranqüilo?" – eu respondo sempre: "Nem para Deus, todo-poderoso, as coisas estão bem tranqüilas". A alma vai bem é quando ela é capaz de dançar nas costas do Diabo.

Por oposição à amiga que me deu o Jack Daniels, soube por vias indiretas de uma pessoa que se decidiu a não mais me ler, alegando que eu era deprê. Fiquei muito ofendido, pois isso significa que sou uma garrafa de Sleinad Kcaj – bebida que você nunca viu em prateleira de importados, a não ser que você tenha visto o Jack Daniels refletido num espelho, pois é isto mesmo que este nome, que mais parece palavra croata, quer dizer. Jack Daniels de trás pra diante. Ou seja: se o primeiro é garrafa de alegria e leveza, o Sleinad Kcaj, eu mesmo, minhas crônicas, são garrafas de tristeza.

Contra-ataco com o verso da Adélia Prado, que tem a alma parecida com a minha: "Cantiga-triste, pode com ela é quem não perdeu a alegria". E querem mais? "Por prazer da tristeza eu vivo alegre". E querem mais? "Amor é a coisa mais alegre; amor é a coisa mais triste; amor é a coisa que eu mais quero".

Terror mesmo eu tenho é dos alegrinhos, animação das festas, onde todo mundo é obrigado a estar alegre. Ai, que canseira, que vexação para o espírito! Alegrinho gosta mesmo é de chopinho com queijinho, coisa muito boa, eu mesmo gosto, mas não como comida-espanta-beleza. Alegrinho nem gera nem pare beleza. Não agüenta o pôr-do-sol. Fica logo com olhos e alma perturbados. Aí desanda a fazer barulho, a produzir agito, diz que é alegria, happy hour, quando na verdade é só medo do silêncio.

Mas que droga de alma é esta que é tão gelatinosa que não suporta a visão do belo? Tem terapia para tratar os deprimidos. Pois eu vou inventar uma terapia para tratar os alegrinhos. E vai ser tempo lacaniano. A sessão só vai terminar quando eles chorarem. Vão escutar Beethoven e Mahler para deixar de ser gelatinosos e aprender a força que existe na tristeza. E terão de passar por Van Gogh e Monet para aprender as lições do tempo (quem tem medo da tristeza, no fundo, tem é medo do tempo). E pela Cecília Meireles e pelo Robert Frost, para se sentirem bem no outono e no entardecer.

Quem não consegue fazer amizade com a tristeza é candidato ao consultório dos psiquiatras e às dietas de antidepressivos e tranquilizantes. Quem faz as pazes com a tristeza aprende também a beleza, porque as duas sempre andam juntas. Certos estavam os judeus que, nos rituais da Páscoa, misturavam ervas amargas com a comida. Pois a vida é assim.

O Vinícius dizia que tinha vontade de chorar diante da beleza. A Adélia diz também que o que é belo enche os olhos d'água. Os Beatles têm aquela balada que diz "Because the sky is blue it makes me cry" ("Porque o céu é azul eu choro..."). Eu choro lendo poesia; choro ouvindo música, choro vendo pintura. e minha alma vai muito bem e nem quero ser diferente.

Já imaginaram este absurdo de eu parar de olhar para o céu azul, para o sol poente, para as obras de arte, para evitar o choro? Repito a Adélia: "Por prazer da tristeza eu vivo alegre". A beleza é o prazer da tristeza.

Você não entende por que a gente chora diante da beleza? A resposta é simples. Ao contemplar a beleza, a alma faz uma súplica de eternidade. Tudo o que a gente ama a gente deseja que permaneça para sempre. Mas tudo o que a gente ama existe sobre a marca do tempo. Tempos fugit. Tudo é efêmero. Efêmero é o pôr-do-sol, efêmera é a canção, efêmero é o abraço, efêmera é a casa construída para o resto da vida.

A gente chora diante da beleza porque a beleza é uma metáfora da própria vida. Por isso imaginamos os deuses... Pois, o que são os deuses se não os poderes que farão retornar as coisas amadas perdidas? Quando o coração diz: "Que a beleza seja eterna!" – nesse exato momento nasce um deus. Então, não se aflija. Minha alma vai bem. Ela pode com cantiga triste. Vou cantando uma canção antiga, esquecida, de Denoy de Oliveira e Ferreira Gullar: "Como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena".

Minhas crônicas "depressivas" obedecem à estrutura da sonata de Beethoven chamada 'Les Adieux'. A primeira parte é um adágio triste que se inicia com três acordes que dizem lentamente: "Lebewohl" (Adeus). A segunda, andante expressivo, é a Ausência. Mas a última, vivacissimamente, exultante de alegria, é 'Das Wiedersehen', o Retorno. Calma, calma... Estou, por enquanto, no Adeus e na Ausência. Logo vai chegar o Retorno.


...


Pergunta respondida, meninas. Finais tristes sim, com muito orguho. Para aprender que somos maiores que a tristeza. Para aprender que ali existe um pedido de beleza. Um pedaço do tempo. Em cada final triste. Um desejo de eternidade.

Mas fiquem tranquilas. Prometo um final feliz em breve.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Fortuna Crítica 35

GAZETA PREMIA AUTORES DAS MELHORES REDAÇÕES

Entrega de medalhas e do troféu Valdir Salviatti marca a cerimônia, realizada na última terça-feira

Jovens talentosos e preocupados com a aplicação dos valores morais na sociedade foram os autores de mais de 720 redações que participaram da 21ª edição do Prêmio Gazeta de Limeira de Literatura. A cerimônia de premiação foi realizada na última terça-feira, no Teatro Vitória. Pais, alunos, professores e diretores de 82 escolas das redes pública e particulares de Limeira, Iracemápolis, Engenheiro Coelho e Cordeirópolis estiveram presentes no evento.

O prêmio é concedido às melhores redações enviadas à comissão organizadora do concurso Neste ano, o tema "Revendo os valores morais na vida em sociedade" despertou a reflexão para o assunto entre alunos e professores. "Aguardamos ansiosos o tema de cada ano. Com o regulamento em mãos, começamos a indicar as leituras aos alunos", explica Marcos Garcia, professor da escola Coronel José Levy, de Cordeirópolis.

O evento foi marcado por emoções e novidades. "O prêmio é um reconhecimento do trabalho desenvolvido em sala de aula pelos professores, além de revelar novos talentos na literatura. Assim como nas edições anteriores, a qualidade dos textos surpreendeu a comissão avaliadora", comenta Roberto Lucato, diretor-presidente da Gazeta de Limeira.

Antes de subir ao palco e receber a medalha e o certificado de participação, alunos e professores assistiram à encenação de um trecho do espetáculo A Feiticeira, do dramaturgo russo Anton Tchekhov. O texto foi encenado por atores do Núcleo de Vivência Teatral, de Iracemápolis, com direção de Daniel Martins.

[...]

FONTE: Gazeta premia autores das melhores redações. Gazeta de Limeira. Limeira, 30 out. 2011. Prêmio Gazeta de Literatura. p. 7.



NÚCLEO DE TEATRO DE IRACEMÁPOLIS PARTICIPA DE PREMIAÇÃO LITERÁRIA EM LIMEIRA

Os alunos que fazem curso de teatro na Prefeitura participaram, na última terça, do 21º Prêmio de Literatura do jornal Gazeta de Limeira, realizado no Teatro Vitória.

Na ocasião, apresentaram um trecho da peça A Feiticeira, que estreou em maio durante as comemorações do aniversário de Iracemápolis.

Segundo o coordenador de cultura da cidade, Deivid Teixeira, este é o segundo ano consecutivo que o Núcleo de Vivência Teatral, que tem sede no CEAC Prof.ª Jane Cosenza, é convidado a participar do evento.

"No ano passado fomos com a peça Chapeuzinho Vermelho, que também agradou bastante", disse.

FONTE: Núcleo de Teatro de Iracemápolis participa de premiação literária em Limeira. Gazeta de Iracemápolis. Ano 9. No. 260. Iracemápolis, 28 out. 2011. Cultura. p. 08.